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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Engenharia Mecatrônica



O engenheiro mecatrônico pode trabalhar não apenas com robôs, mas com toda a área de automação industrial, que inclui: os CLP (Controladores Lógicos Programáveis) usados nas mais diferentes áreas da Engenharia, as máquinas-ferramentas operadas por controle numérico computadorizado, a integração CAD (desenho auxiliado por computador)/CAM (manufatura auxiliada por computador) e os processos referentes à CIM (manufatura integrada por computador).

O engenheiro mecatrônico atua, principalmente, na comunicação entre componentes mecânicos e eletrônicos de equipamentos e processos industriais – as máquinas robotizadas são um bom exemplo. Na área industrial, ele desenvolve projetos de automação e controle de produção, softwares e linguagens de programação, utilizando os sistemas CAD/CAM (Computer Aided Design/ Computer Aided Manufacturing) para fabricar peças mecânicas e gerenciar a produção.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

O curso forma engenheiros mecatrônicos capacitados para:

* aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à Engenharia Mecatrônica;
* projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
* conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
* planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia Mecatrônica;
* identificar, formular e resolver problemas de Engenharia Mecatrônica;
* desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
* supervisionar a operação e a manutenção de sistemas mecatrônicos;
* avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas mecatrônicos;
* comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
* trabalhar em equipes multidisciplinares;
* entender e aplicar a ética e a responsabilidade profissional;
* avaliar o impacto das atividades da Engenharia Mecatrônica na sociedade e no meio ambiente;
* avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia Mecatrônica;
* buscar sempre a atualização profissional

terça-feira, 12 de maio de 2009

Placa de vídeo ASUS GeForce ENGTX260 Matrix


Chegou por aqui uma grande e bela caixa com desenhos medievais, anunciando a entrada de uma placa de vídeo no INFOLAB. Trata-se da GeForce ENGTX260 Matrix, da ASUS, que ainda vem com o selo ROG (Republic of Gamers), deixando bem claro o público-alvo da placa.Essa plaquinha parece mandar bem na hora de trabalhar, porque além de seus 896 MB de memória, ela conta com GPU de 576 MHz e memória operando a 1998 MHz. Para segurar toda essa força, duas ventoinhas independentes entre si e bem posicionadas estão lá para esfriar tudo, dando suporte a mais overclock. Mas nós só saberemos se essa placa aguenta o tranco mesmo com os testes do INFOLAB, que sairão em um Review completinho nas próximas semanas. Mas, para os mais curiosos, o preço sugerido da ENGTX260 Matrix é 960 reais.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Internet via rede elétrica

A Panasonic está realizando testes com modems para acesso à Internet via rede elétrica. A tecnologia Power Line Communication (PLC) ainda não foi regulamentada no Brasil, mas a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) colocou a proposta em consulta pública na última semana.

No bairro da Restinga, na periferia de Porto Alegre, está sendo testado um dos únicos terminais de atendimento brasileiros que têm acesso à Internet através de um fio ligado diretamente na tomada. Um aparelho converte o sinal de internet para a rede elétrica, que depois é reconvertido por outra máquina, similar a um modem. A tecnologia está sendo apresentada no fisl 8.0.



Computador ligado à Internet via eletricidade está à mostra no Fórum
Computador ligado à Internet via eletricidade.


"Uma das vantagens de transmitir dados pela rede elétrica é que 98% das residências do Brasil têm acesso", explica Luis Cunha, assessor de Relações Institucionais da Procempa, que coordena o projeto. "Pegamos um bairro afastado, que tem 120 mil habitantes. Apesar disso, não há cabeamento para Internet rápida, porque não daria lucro. Puxamos um cabo de fibra ótica até lá e acoplamos na rede elétrica. Tem até fila para usar agora", conta.

O acesso à Internet utilizando discagem, como funciona em boa parte das residências brasileiras, tem uma velocidade de 56 mil bites por segundo (56 Kb/s), normalmente. Utilizando a rede de cabos, chega a 2 milhões de bites por segundo (2 Mb/s). A Internet pela rede elétrica testada em Porto Alegre funciona a 45 milhões de bites por segundo, e será trocada, em breve, por um acesso de 200 milhões de bites por segundo, diz Cunha. "A transferência atual é pelo menos sete vezes mais rápida, dependendo do aparelho", explica o assessor de Projetos Especiais da Procempa Cirano Iochpe, e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Segundo Iochpe, a transferência de dados pela rede elétrica funciona convertendo os bits em pulsos elétricos, que circula depois como tensões e correntes. "O desafio técnico agora é fazer essa rede ter uma performance adequada. Até hoje, esses pequenos projetos do Brasil usavam uma tecnologia que não era desenvolvida especificamente para o Brasil. No Brasil, o sinal perde força, tem ruídos. Os novos equipamentos têm filtros eletrônicos para manter o sinal forte e reduzir as interferências - que, no Brasil, são enormes", explica.

A facilidade, entretanto, é enorme. Em um prédio com acesso pela rede elétrica, é possível tirar o computador de uma tomada e ligar em outra, por exemplo. A Procempa já faz testes para dois tipos de usos: telemedicina, que é organizar consultas em centros médicos que possam ser realizadas em hospitais distantes com auxílio do vídeo; e um canal de retorno para interatividade da TV digital. Enquanto a TV digital seria transmitida por antenas, a interatividade poderia ser feita pela rede elétrica.

Iochpe diz que não há intenção comercial ainda. "No início, pelo menos, não queremos competir com os provedores normais, apenas levar acesso a programas sociais, como telecentros e centros de saúde". A rede elétrica, diz Cunha, ainda não foi pensada como modelo de negócio.


Fonte: Terra


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sexta-feira, 20 de março de 2009

Peixe-robô: Detecta poluição

Cientistas britânicos criam peixe-robô para detectar poluição


Bom de meu ponto de vista nao seria nescessario criar tal coisa para saber que um rio ou lago esta poluido. Acho que é mais pra arrancar dinheiro xD
Mas que seja... ¬¬ O importante e que algo esta sendo feito.

Um peixe-robô desenvolvido por cientistas britânicos deve ser lançado em 2010 no mar do norte da Espanha para detectar poluição.

Se o teste dos primeiros cinco peixes-robôs no porto de Gijon, norte da Espanha, for bem sucedido, a equipe espera que eles sejam utilizados em rios, lagos e oceanos ao redor do mundo.

Os robôs em formato de carpa, que custam 20 mil libras (29 mil dólares) a unidade e medem 1,5 metro de comprimento, imitam o movimento de peixes reais e são equipados com sensores químicos para descobrir potenciais poluentes perigosos, como vazamentos de embarcações ou oleodutos submersos.

Veja na Integra


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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Miséria pouca e bobagem o cara que fez isso e PHODA!!!



furtado na cara dura do Cabrunco

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Mega Cubo

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

99 Dicas para Modificar e/ou Melhorar seu Windows XP



99 dicas reunidas para vc modificar e melhorar o desempenho do seu PC.

Tamanho: 1.2 Mb
Formato: Rar
Idioma: Português

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